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Comando da PM é acusado de conivência com crise no IPSM

O protesto contra a dívida do Governo do Estado com o Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM), estimada em R$ 3 bilhões, foi o que motivou a reunião da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quarta-feira (11/4/18). 

O presidente da comissão, deputado Sargento Rodrigues (PDT), criticou a ausência do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró de Lourdes, e de outros representantes governamentais convidados. Ele responsabilizou o comandante da PM pelo agravamento da crise financeira do IPSM. “O comandante da PM é presidente do conselho gestor do IPSM. Se o comando (da PM) é conivente e omisso, o governo fica quieto”, afirmou o parlamentar. 

Tanto deputados quanto representantes de associações que representam a categoria fizeram uma convocação aos policiais e bombeiros militares da ativa para que se mobilizem contra a crise do instituto. “Aqui, a maioria é de reformados”, lamentou Sargento Rodrigues. “Espero que todos acordem para lutar”, complementou o deputado João Leite (PSDB). 

O vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), Domingos Sávio de Mendonça, atribuiu a desmobilização de policiais da ativa à ameaça de punições. “Se contra um coronel da reserva é instaurado um IPM (inquérito policial militar), o que farão com quem está na ativa?”, criticou. 

Dívida se refere a atrasos nas contribuições patronais 

Deputados protestaram contra o que chamaram de rombo financeiro no IPSM
Deputados protestaram contra o que chamaram de rombo financeiro no IPSM - Foto: Guilherme Dardanhan

O presidente da Comissão de Segurança Pública alertou para o crescimento vertiginoso do rombo financeiro no IPSM. Em janeiro deste ano, os parlamentares reuniram-se com o diretor do órgão, coronel Vinícius Rodrigues de Oliveira Santos, que estimou a dívida em R$ 2,8 bilhões.

débito se refere a repasses da contribuição patronal do IPSMque estão em atraso desde outubro de 2016. Os valores são devidos à assistência em saúde prestada aos segurados por meio de convênios e também ao ProMorar Militar, fundo de apoio para financiamento habitacional.

De acordo com o deputado Sargento Rodrigues, a dívida hoje está em R$ 3 bilhões, sem contar os juros. “Com os juros, acho que essa dívida vai bater quase em R$ 4 bilhões”, advertiu. O deputado Antonio Carlos Arantes (PSDB) afirmou que essa situação ocorre mesmo sem o governo ter reduzido sua arrecadação. “No último ano do governo Anastasia (2014), a arrecadação foi de R$ 73 bilhões. No final do ano passado, o governo arrecadou R$ 98 bilhões. Para onde está indo o dinheiro?”, questionou.

Diversos participantes da reunião relataram casos de cancelamentos de convênios médicos no interior do Estado e de interrupção de tratamentos graves por falta de pagamento. O presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Triângulo Mineiro, sargento PM Robledo Manoel dos Santos, citou casos de sua região. “É inadmissível a situação. Há casos oncológicos e nefrológicos que tiveram tratamentos suspensos por falta de pagamento”, declarou. 

 

https://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2018/04/11_seguranca_debate_crise_financeira_ipsm.html



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